HISTÓRIAINVESTIGAÇÕES

Novidade na ciência brasileira: cientistas reconstroem cérebro de dinossauro.

Buriolestes schultzi, suposto dinossauro brasileiro cujo fóssil foi encontrado no interior do Rio Grande do Sul, sendo um dos mais antigos do mundo, contem cerca de 233 milhões de anos.

Para reconstruir o cérebro de um animal fossilizado é analisado diversas áreas da cavidade do crânio com auxílio de tomografo (máquina de tomografia), para isso uma região específica do crânio chamada neurocrânio, precisa estar preservada.

A partir disso, foi possível reconstruir o primeiro cérebro completo de um dinossauro, modelo que será adotado para pesquisas futuras.

O estudo do cérebro de animais extintos ajuda a entender os seus hábitos comportamentais.

Com esse estudo foi revelado a presença de estruturas bem desenvolvidas na região do cerebelo, indicando uma boa capacidade de rastrear presas, através da visão aguçada, o desenvolvimento de um olfato aguçado, que está relacionada com o aumento na complexidade dos hábitos sociais, a capacidade olfativa também pode ter ajudado estes animais a reconhecer plantas potencialmente tóxicas ou mesmo detectar a aproximação de predadores.

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